Em 2015 e 2016, no Brasil, os casos de nascimentos de crianças com microcefalia foram associados ao aparecimento do Zika vírus no país, o que resultou em um grande aumento da atenção sobre o assunto pelos pesquisadores da área da saúde e divulgações nos meios de comunicação. Porém a ocorrência de microcefalia no nascimento já era algo presente entre nossa população, mas até então, não muito estudada.
O artigo que trouxemos nesta semana, resultante do Projeto BRISA, foi publicado em uma das revistas de Pediatria mais importantes do mundo, a americana “Pediatrics” e mostra a estimativa da prevalência e de fatores de risco para microcefalia, entre as crianças nascidas em 2010, em Ribeirão Preto/SP e São Luís/MA.
No próximo post traremos os resultados encontrados pelos pesquisadores sobre este que é um assunto muito relevante na área da saúde e que serve de base para a avaliação do impacto do Zika vírus sobre o possível aumento de casos de microcefalia em nossa população.
Nosso agradecimento especial a todas as mães que se dispuseram e ainda se dispõem a participar do Projeto BRISA. Graças a vocês é possível realizar estudos desta grandeza e contribuir para o avanço da ciência!
